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“Conforme já mencionado, “esquematizações” do classicismo até mesmo desempenharam papel significativo na fase pioneira da arquitetura moderna. A reformulação de Sullivan, de um tema tripartido, semelhante a colunas, para o arranha céu; a radical simplificação wrightiana da base, corpo e coroamento, em projetos domésticos e institucionais; a fusão racionalista da moldura em concreto armado com proporção tradicional e traveamento feita por Perret; a reformulação da fábrica moderna tendo como modelo o templo: todas essas podem ser consideradas reinterpretações vitais de idéias basicamente clássicas”.

… o comprometimento com “valores clássicos” tendia a implicar uma busca por formas “ideais” e qualidades “imutáveis”. O pintor e escritor Amédée Ozenfant sugeriu: “No âmago de qualquer revolução, discretamente escondido, reside um classicismo, que é uma fonte de constância”.

Fonte: Arquitetura moderna desde 1900 – William J. R. Curtis – Páginas 140 e 141.

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